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Bibbidi-Bobbidi-Boo

  • Foto do escritor: Daniela Santos
    Daniela Santos
  • 14 de dez. de 2018
  • 2 min de leitura

Atualizado: 24 de set. de 2020



Em outubro tive a oportunidade de fazer mais uma viagem, e felizmente a história não acaba aqui pois não perdi o avião. Eu sei. Estamos a fazer progressos. Acho que vou começar a fazer como as fábricas e fazer a contagem dos dias sem acidentes e se a cada semana que passar eu não tiver perdido nada então mando fazer um bolo e celebro alegremente a minha vitória pessoal. Mas o meu texto não era sobre o meu (grande) problema em não perder aviões, mas sim sobre a experiência que tive em não perder um.


Tudo começou quando a minha irmã mais nova decidiu que queria ir à Disneyland Paris e eu, como qualquer irmã mais velha que se preze, entoei com ela esta ideia a altos pulmões cada vez que ela a mencionava. De modos que este ano acabamos por ir à tão desejada Disneyland.


Eu já tinha visitado este lugar mágico quando era mais nova e apesar de na altura ainda não saber sorrir para as fotografias quero acreditar que por detrás daquele sorriso amarelo estava uma criança muito contente e que se estava a divertir muito!


No entanto posso dizer que desta vez foi das melhores viagens e experiências que já vivi. Não só por ser uma mega fã da Disney e de conhecer todos os filmes e personagens, mas também porque todo o espaço está decorado de maneira a transporta-nos para uma realidade alternativa onde tudo é possível a partir do momento em que passamos os seguranças e o raio-x e entramos nos portões do parque. Somos imediatamente invadidos pelas músicas dos filmes que passam nos altifalantes e pelas personagens gigantes que fazem todas as mesmas 5 posições porque o fato não permite mais. Isto para não falar das lojas e de todo o Merchanding associado que nos leva de volta ao tempo em que tínhamos 4 anos e fazíamos um círculo em todos os brinquedos no catálogo de natal da Popota e dizíamos "Quero isto e isto e isto (...)".


A verdadeira magia da Disney e da Pixar não está nas princesas que cantam e nos animais que aparecem para as ajudar nas tarefas chatas do dia a dia (o que acaba por ser um super poder mega desvalorizado) mas sim que se acreditarmos muito numa coisa e trabalharmos para isso ela pode se tornar realidade e que às vezes o que queremos não é o que precisamos e é ok. E eu acho que estas são duas mensagens muito bonitas, que elas tentam passar às crianças.


Por isso sejam adultos ou crianças não tenham medo de sonhar alto e de desejar coisas maravilhosas porque se acreditarmos e trabalharmos para isso elas podem mesmo acontecer ao som de uma banda sonora vencedora de milhares de prémios.

 
 
 

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